Badi Assad é uma violonista e compositora brasileira proveniente de uma família de músicos.
Ela é natural de São João da Boa Vista, interior de São Paulo, Irmã de Sérgio e Eduardo Assad que representam um marco na música de câmara brasileira por explorar o som do violão juntando o clássico com a peculiaridade da nossa musica tupiniquim. Badi também é reconhecida no mundo inteiro pelo seu estilo exótico por não se limitar a um só gênero de música.
Luiz Floriano Bonfá nasceu no Rio de Janeiro em 17 de outubro de
1922 e faleceu em 12 de janeiro de 2003 na mesma cidade. Bonfá foi um
dos grandes ícones do movimento da Bossa Nova nas décadas de 1950 e 1950
e um excelente compositor. Sua canção de maior sucesso é Manhã de Carnaval, que fez parte da trilha sonora do filme Orfeu Negro
e que já foi regravada centenas de vezes. O que muita gente não sabe é
que Bonfá também é o autor de outros numerosos sucessos, como "Almost in
Love", que foi gravada por Elvis Presley.
Hélio Delmiro nasceu no Rio de Janeiro em 1947. Ele é conhecido,
influente e altamente respeitado dentre os violonistas populares no
Brasil e no mundo, embora o grande público ainda não pareça reconhecê-lo
como deveria. Hélio começou a tocar violão aos 5 anos e a tocar
profissional por volta dos 14. Ele é um músico que influenciou outros
violonistas como Guinga e Marco Pereira, apenas para dar alguns
exemplos.
Baden Powell de Aquino nasceu em Varre-e-Sai, em 6 de agosto de
1937 e faleceu no Rio de Janeiro em 26 de setembro de 2000. Seu pai era
um grande entusiasta do escotismo e deu ao filho o nome em homenagem ao
Barão inglês Robert Baden-Powell. Sua família se mudou para o Rio de
Janeiro quando ele tinha apenas 3 anos e Baden começou a estudar violão
clássico desde cedo. Ele estudou com Meira (Jayme Florence) e logo se
revelou um prodígio no instrumento.
O que Baden fez pelo violão
brasileiro não tem preço. Ele trabalhou apaixonadamente por mais de 40
anos e viveu na França e na Alemanha por muito tempo. Seu estilo
agressivo e único de tocar influenciou dezenas de outros violonistas e
sua influência continua se fazendo presente mesmo entre as gerações mais
novas.
Baden era excelente como instrumentista, compositor e
arranjador. Algumas de suas músicas ganharam letras escritas por poetas
famosos como Vinícius de Moraes e Billy Blanco e se tornaram sucessos
imortais, como Samba Triste, Berimbau e Samba em Prelúdio, as quais continuam sendo gravadas por muitos cantores e violonistas de hoje.
Em
relação a sua musicalidade e técnica, um dos aspectos mais
interessantes de notar é a forma como ele costumava tocar melodias em
acordes. A maioria dos violonistas costuma tocar a melodia em uma ou
duas cordas, mas Baden fazia o violão cantar com acordes cheios. Como
algumas passagens era muito velozes, ele não usava a fórmula tradicional
p-i-m-a para puxar as cordas. Em vez disso, ele tocava as primas apenas
com os dedos i-m e o polegar respondia pelos baixos. Às vezes ele
também usava apenas o dedo anular puxando as primas pra cima, algo
parecido com um rasgueado. É muito mais fácil entender visualizando.
Abaixo segue um vídeo que foi gravado nos anos 60, onde ele toca a sua
composição Samba Triste:
A história do violonista Paulinho Nogueira começa em Campinas, interior
de São Paulo. Aos 10 anos, aprendeu a tocar violão com o pai, nas rodas
de cantoria que aconteciam em sua casa. Uma das primeiras músicas de que
se lembra de ter aprendido a tocar foi Bispo de Rosas, de Canhoto.
Anos
depois, durante a juventude, veio a São Paulo para ser desenhista, mas
nunca abandonou a vontade de viver de música. "Felizmente essa carreira
não deu certo, senão ate hoje estaria mexendo com desenho". Até que um
de seus irmãos conseguiu que ele começasse a tocar numa boate no centro
de São Paulo. "Achei que fosse um emprego provisório, mas acabei
gostando daquilo." Depois, passou a se apresentar no Bar Michel, famoso
entre os artistas da época, cantando nos mesmos palcos que Ângela Maria,
Johnny Alf, Dorival Caymmi...
Paulinho se lembra que quando uma de suas grandes influências foi Anibal Augusto Sardinha, mais conhecido como Garoto.
De
1960 (quando gravou seu primeiro disco, A Voz do Violão) são 26 LPs,
seis CDs, turnês no mundo inteiro - incluindo uma viagem a Cuba em 1979
com artistas brasileiros, a convite de ninguém menos que Chico Buarque.
O
violonista passou a ficar conhecido quando gravou seus primeiros
discos. "Mas o que impulsionou minha carreira mesmo foi a Bossa Nova. O
movimento dava muito força para a música instrumental e eu já tocava
muito, fazia solos... Quando surgiu o programa O Fino da Bossa, comecei a
aparecer e todo ano gravava um disco, com músicas de Tom Jobim,
Vinícius de Moraes, Edu Lobo, Roberto Menescal...", recorda.
Hoje,
aos 71 anos, Paulinho Nogueira, já virou verbete, definição de
violonista genial: deitou modernidade no violão quando a bossa-nova
estava no auge, fez sucesso como compositor e cantor (sua canção Menina
estourou nos anos 70), dividiu o palco com outros bambas, mas intuiu que
teria um papel ainda mais importante nos bastidores. Tornou-se um
disputadíssimo professor de violão, criou um método de harmonia. Em 69,
desenhou a craviola (instrumento de doze cordas, que acabou exportado
para os EUA e a Europa) e foi mestre de um sem-número de músicos, entre
eles, um futuro parceiro de disco: Toquinho.
Hoje, quase quatro
décadas de sua estréia no vinil, Paulinho Nogueira lança Chico Buarque -
Primeiras Composições, desta vez em homenagem a um dos maiores
compositores brasileiros. Dê uma olhada na genialidade do violonista no vídeo abaixo tocando um samba em Prelúdio:
Francisco Soares de Araújo, cujo nome artístico é Canhoto da Paraíba,
nasceu em 1927 (embora só tenha sido registrado em 1928) na pequena
cidade de Princesa Isabel, interior da Paraíba. Canhoto da Paraíba é um
dos três raros casos de violonistas e virtuoses brasileiros que tocam
violão canhoto sem inverter as cordas.
Ele nasceu numa família
musical e o violão era tocado por seu pai e compartilhado com outros
membros da família. Canhoto sempre se interessou em tocar, mas não
conseguia fazê-lo como se fosse destro e nem podia trocar as cordas, de
maneira que acabou aprendendo sozinho e desenvolvendo sua própria
técnica. Músico muito talentoso, começou a criar suas próprias
composições ainda novo, e valsas e choros eram seus estilos preferidos.
Quando Canhoto Paraíba se mudou para o Rio de Janeiro, todos ficaram
assombrados com sua técnica e a qualidade das suas composições. Seus
choros têm um sabor nordestino e suas idéias harmônicas eram deveras
interessantes e incomuns naquela época.
Infelizmente, Canhoto
parou de tocar e compor devido a um derrame que o deixou parcialmente
paralisado e comprometeu sua capacidade de tocar o instrumento.
Abaixo é possível ver um raro vídeo do próprio Canhoto tocando sua composição "Todo Cuidado é Pouco", que foi feita nos anos 50 e mostra uma linguagem harmônica incomum para a época e lembra o estilo de Garoto.
Mais alguns exemplos:
Mulher Rendeira (Zé do Norte) - Aqui
Canhoto aparece como arranjador. Trata-se uma gravação ao vivo e que
mostra bastante também da sua capacidade de improvisação ao tocar em
grupos de choro, mas o trecho vai mostrar apenas a introdução no violão
solo. Pisando em Brasa (Canhoto da Paraíba) - É uma música que
inicia com um tema muito simples e cria o "clima" para os músicos
improvisarem em cima. mas também mostra alguns blocos de acordes que
tornam a música bastante interessante. Com Mais de Mil (Canhoto da Paraíba) - Tocada por Raphael Rabello, é um choro que alterna seqüências fluentes de harpejos com paradas bruscas. Tua Imagem (Canhoto da Paraíba) - Uma valsa inspirada e sensível, aqui na interpretação de Marco Pereira.
Joaquin Rodrigo (Sagunto,1902 -Madrid,1999)foi um compositor espanhol.Ele perdeu a visãoaos três anospor causa de umadifteria, então começou a escreveutudo embraille, em seguida,ditava aum copista.Estudou composição comFranciscoAntichem Valência(1920-1923).Em 1927ele se mudou paraParispara continuar seus estudosna Ecole Normalede MusiquecomPaulDukas(até1932)e mais tarde, musicologia comMauriceEmmanuel eAndré Pirro. Travou amizades compersonalidades tãoeminentes quantoManuelde Falla,RavelouHonegger.Em 1933 elese casou com apianistaturcaVictoriaKamhie, após uma estadiana Suíça,se estabeleceu definitivamenteemMadriddesde 1940, ganhandoo posto deprofessorde História de Músicana Universidade deMadrid.
Naquele mesmo anoele apresentou o seuConcierto deAranjuezpara violão e orquestraquelhe dariafama.O compositornestetrabalho, mostrou umestilo inconfundível, queele chamou de "neocasticismo".Em suas composiçõesdestacaa preferênciapelas formas clássicase elementosrefinadoscomo um elo entreastradições espanholasdas tradiçõesdo passado e dopresente.Ciente dosmovimentos estéticos europeus,não abandonouo seu estilo próprio, quesempreafirmou suaprópria personalidade. Escreveu obrasde todas as estruturasformaismusicais, em particular oconcerto.Suas composiçõesincluírammúsica para teatroe música vocal,cultivadaespecialmente(Cânticoda mulher,1934;Quatromadrigaisamorosas, 1948), dando àcançãouma nova linguagemuniversal, comobras-primas.Além disso,importantes obrascompostaspara violino, violonceloe flauta.No entanto,deve suafamaà sua contribuição paraorepertório de violão, dandouniversalidadeàguitarra espanholacomo uminstrumento de concerto.
O Google homenageia hoje o 220º aniversário de Gioachino Rossini. Rossini foi um compositor erudito que criou 39 óperas, além de trabalhos para a música sacra e "cômica". O compositor possuía trabalhos divertidos e por isso tornou-se o preferido na sociedade apolítica. Gioachino Rossini se apresentava em toda a Europa e por ser tão conhecido recebeu o apelido de "Napoleão da Música". O nome foi dado pelo escritor Henri-Marie Beyle.
Obras de Gioachino Rossini
Gioachino Antonio Rossini escreveu diversas obras, mas gostou mais do teatro e das óperas e passou a se dedicar mais a essas atividades. O seu primeiro grande sucesso foi lançado em 1813 e recebeu o nome de "Trancredi". Depois ficou realmente conhecido com a obra cômica chamada "O Barbeiro de Sevilha".
Rossini é italiano e nasceu na cidade de Pesaro em 29 de fevereiro de 1792. Sua família já tinha tradição na área da música. Seu pai era trompista e sua mãe cantora. Com seis anos aprendeu a tocar triângulo e iniciou sua participação na banda de seu pai. Aos 14 anos, o compositor começou a estudar em um liceu musical e se encantou pelas composições de Hadyn e Mozart.
Os doodles são as mudanças que o Google faz em seu logotipo. Na maioria das vezes são utilizados para comemorar feriados, aniversários e grandes acontecimentos históricos. Também são comuns para homenagear cientistas, artistas e políticos. Até hoje o Google já criou mais de mil doodles diferentes.
Alguns deles fazem muito sucesso e deixam de ser apenas uma homenagem e se tornam logos interativos. Isso aconteceu em maio do ano passado, por exemplo, com a criação do jogo Pac Man, quando o Google prestou sua homenagem pelos 30 anos do tradicional game. Outro doodle que foi um sucesso na internet foi a guitarra interativa. Ela foi criada para comemorar os 96 anos do guitarrista americano Les Paul, caso ele estivesse vivo.
Antonio Pecci Filho nasceu em 6 julho de 1946, na cidade de São
Paulo. Apelidado de “Toquinho” pela mãe, ganhou um apelido que o
acompanharia durante toda sua vida
artística. Interessado pelo violão, começou a tomar aulas desde os
primeiros anos de sua adolescência. Aprendiz do violonista Paulinho
Nogueira, acumulou conhecimento para o solo e acompanhamento, depois de
buscar outras influências como de Oscar Castro Neves, Isaias Sávio e Léo
Peracchi.
Consolidando admirável experiência técnica, começou a se apresentar em
colégios, faculdades e clubes. No período em que deu os primeiros passos
de sua carreira
profissional, não sabia que conviveria com uma safra de grandes
cantores, instrumentistas e intérpretes. Entre seus colegas de profissão
estavam Elis Regina, Marcos Valle, Zimbo Trio, Tayguara e Chico
Buarque. Em uma época de grande efervescência cultural, Toquinho
participou de diversos espetáculos e peças musicais.
Nos primeiros projetos conheceu o letrista Chico Buarque, que foi o
primeiro a colocar uma letra em um de seus arranjos. Dessa união surgiu a
música “Lua Cheia”, que foi registrada no disco “Chico Buarque – Volume
2”. No ano de 1966, abriu espaço para a divulgação de seu trabalho
instrumental com a gravação do LP “O violão de Toquinho”. Aproveitando a
visibilidade da época, Toquinho se apresentou em programas de TV e
participou dos famosos festivais de canção popular produzidos pela TV
Record.
No ano de 1969, fez uma turnê pela Itália em parceria com Chico Buarque.
O sucesso de suas apresentações lhe propiciou a gravação do disco “La
Vita, Amico, É L'Arte Dell'Incontro”. Nesta obra revisitou as obras do
poeta Vinicius de Moraes, que teve seus poemas musicados e gravados por
artistas italianos como Giuseppe Ungaretti e Sergio Endrigo. A homenagem
atraiu a atenção do próprio Vinicius de Moraes, que o convidou para uma
temporada de shows na Argentina ao lado da cantora Maria Creuza.
A partir de então, o dueto Toquinho e Vinicius empreendeu uma extensa
parceria que marcou a trajetória da música brasileira. A parceria rendeu
discos e temporadas de shows memoráveis entre os especialistas e
críticos de arte da época. No ano de 1979, o show “Dez anos de Toquinho e
Vinicius” celebrou a amizade e intercâmbio musical desses artistas. Ao
longo da década de 1980, alcançou notório prestígio musical, tendo sua
arte reconhecida internacionalmente. Nessa mesma década participou do
afamado Festival de Montreux.
No ano de 1983, Toquinho passou a explorar uma nova vertente em sua
trajetória musical. O disco “Casa dos Brinquedos” inovou esteticamente
por tratar única e exclusivamente do universo infantil. Três anos mais
tarde, produziu um disco de 10 faixas que tematizou a Declaração
Universal dos Direitos da Criança. Desde então, as crianças ganharam
grande prestígio em seu trabalho musical. Nos últimos anos, Toquinho
conseguiu consolidar uma carreira estável marcada por diversos projetos
de prestígio. Ainda hoje, ele é referência para novos intérpretes e
instrumentistas que iniciam sua carreira musical.
Aclamado como um dos maiores músicos brasileiros, Egberto Gismonti, com objetividade e clareza, nos conduz com suas palavras, à sutileza e ao encantamento da música, do ser músico.
Em suas palavras, a paixão pela arte e a dedicação à vida nos revelam um universo onde imperam a sensibilidade e o encantamento. Onde o desconhecido nos ampara e conduz à reflexão de nossas crenças e vontades. Abaixo uma entrevista, com entrevistador violonista Geraldo Vianna para Egberto Gismonti.
Antonio Vivaldi (1678-1741) foi um compositor e músico italiano.
Apesar da fama de que gozou em vida, Vivaldi foi logo esquecido com o advento do classicismo. Seus originais, encadernados após sua morte em 27 volumes e vendidos a particulares, foram redescobertos na década de 1920.
Antonio Lucio Vivaldi nasceu em 4 de março de 1678, em Veneza. Em 1703, ordenado sacerdote, foi nomeado mestre de violino do Ospedale della Pietà, instituição veneziana que acolhia crianças abandonadas, famosa por seu conservatório musical. Impedido de celebrar missa em decorrência de uma doença crônica, provavelmente asma, Vivaldi compôs a maior parte de suas obras para os grupos musicais da instituição e assim consolidou sua reputação como compositor e maestro.
A partir de 1713, o diretor do coro do Ospedale deixou seu posto e a Vivaldi foi encomendada música vocal sacra. O compositor criou mais de trinta cantatas, oito motetes e um Stabat mater. No mesmo ano, sua primeira ópera, Ottone in villa, foi produzida em Vicenza. De 1718 a 1720, Vivaldi trabalhou em Mântua como diretor musical e compôs várias óperas. A década de 1720 correspondeu ao auge de sua carreira. Novamente radicado em Veneza, forneceu obras instrumentais para toda a Europa. A música instrumental do barroco tardio deve a Vivaldi muitos de seus elementos característicos. De sua obra conservam-se quase 500 concertos, compostos na maior parte para um instrumento solista, orquestra de cordas e contínuo. Destacam-se as coleções L'estro armonico (1712), La stravaganza e Il cimento dell'armonia e dell'inventione (1720), que inclui os concertos conhecidos como Le quattro stagioni (As quatro estações). A partir de 1729, parou de publicar suas obras, por perceber que era mais lucrativo vender os manuscritos a compradores particulares. Na década de 1730, seguiu-se o declínio.
Vivaldi morreu em Viena, em 28 de julho de 1741. Seus concertos foram tomados como modelos formais por vários compositores do barroco tardio, inclusive Bach, que transcreveu dez deles para teclados.
Um grande compositor para o alaúde, foi John Dowland. Que viveu na época de Shakespeare e experimentou da música melancólica e canções de luto. Essa era sua forma de se expressar e nada se sabe dele além daquilo que está nas suas obras e foram passadas de geração em geração. Temos aqui uma pequena biografia dele, com algumas necessárias informações sobre o grande compositor.
Nascimento:1563
Local de nascimento: Dublin, Irlanda
Morreu: 20 de fevereiro de 1626 em Londres, Inglaterra
Também conhecido como: Dowland era conhecido por sua música melancólica e como compositor de alaúde-canções. Ele chamou a si mesmo Dowland, semper dolens que significa Dowland, sempre de luto.
Tipo de composições: Vocal e música de alaúde.
Trabalho musical: Ele publicou três coletâneas de músicas, escreveu mais de 80 canções e numerosas músicas seculares em alaúde. Uma de suas peças mais famosas é chamada de "Flow My Tears", acima.
Fato interessante: Elizabeth I rejeitou-o como um músico da corte supostamente porque ele era católico.
O filme Despereaux , conta a história de um ratinho cavalheiro da era de Shakespeare, que é diferente dos outros camundongos e além de corajoso deseja se tornar um cavaleiro. Enfim, neste filme vemos os costumes, as vestimentas e até os instrumentos da época, há certa cena do filme em que o rei, entristecido pela perda da mulher, toca a melancólica música do alaúde enquanto sente falta da amada rainha. Neste filme, você pode ver tudo isso e também imaginar um pouco de John Dowland naquela época. Apesar de muita coisa incerta, uma tem sua razão: todas as composições de Dowland tem suas melancolias mas nunca deixam de ser belas.
Villa-Lobos começou sua carreira como qualquer um. Foi influenciado musicalmente por seu pai desde pequeno, já algum tempo depois abandonou seus estudos musicais e começou a tocar em cafés e teatros, sem grande expêriencia musical e sem grande sucesso. Mas por sua decisão, quis conhecer o Brasil. Assim, começou a abranger e expandir seu conhecimento, tanto musical como cultural, sendo influenciado por muitos fatores e detalhes da cultura de cada região.
Como é de se esperar, a reação de muitos críticos à um novo personagem na história da música, os levou a criticarem-no e, fazendo assim, ser conhecido. Em uma de suas apresentações, foi vaiado pelo público, o que geralmente cria expectativas de desistência. Mas Villa-Lobos prosseguiu e com a ajuda de outros compositores conseguiu meios de viajar à Paris e lá foi com a sua música.
Enquanto estava em Paris, obtia mais sucesso do que quando estava no Brasil. Quando voltou ao Brasil entregou um projeto de educação musical à Secretaria de Educação do Estado de SP e foi aprovado. E foi aí que começou a promover o ensino musical e o canto coral nas escolas, e a ser regente da maioria deles.
Só então, foi apoiado por muitos nesse momento e se tornou supervisor do ensino musical em todo o Brasil. Nisso ele regia corais, criou cursos, compunha e assim foi se tornando "O HEITOR VILLA-LOBOS" e se tornando alguém para a história musical no Brasil e internacionalmente. Também compôs uma impotantíssima obra chamada Bachianas Brasileiras em homenagem à Johann Sebastian Bach. E aqui temos uma das Bachianas Brasileiras, a nº 1, apreciem porque é não há como descrever algo tão bem feito, é muito lindo! Salve Villa-Lobos. Temos também abaixo, Julian Bream tocando os Preludes 3 & 4 de Villa-Lobos também.
Aqui
o compositor, arranjador, cantor e violonistaJoão Alexandredá uma dica de como o coração do
ser humano pode ser amigo ou bandido ao mesmo tempo. Assim, todos aqueles que
desejam aprender um instrumento para o oficio religioso devem ter em mente que
o fim deste aprendizado somente resulta em um único propósito: O de servir ao Criador!
O compositor alemãoJohann
Sebastian Bach dedicava tudo que compunha ao grande Rei de toda a terra,
marcando suas partituras com as iniciais "SDG", isto é, Somente a
Deus Glória! Já tecnicamente falando, o João destas cordas bem dedilhadas neste
vídeo abaixo nos mostra que o jazz aliado a batida pop com uma mescla de MPB
pode dar um resultado charmoso a esta poesia que vai direto ao coração!
A
mais nova música da dona de uma belíssima voz, a cantora Marisa Monte, acabou
de sair. E para a nossa sorte já temos as cifras, graças aoCifra Club, um dos nossos preferidos. A nova
música tem uma pegada latino-mexicana que deixa aquele toque do violão,
acompanhado com o trompete, com um ar bem gostoso de ouvir.. O acompanhamento da
voz doce e suave de Marisa Monte deixar qualquer música muito bonita. Não só a
música, mas o clipe dela já foi lançado. O mais curioso do clipe é que ele
conta com a participação do lutadorAnderson Silva. Mas porque ele? Marisa explica
que gostaria muito de alguém que gostasse muito de dançar, assim como ela, mas
que não fosse dançarino profissional. Foi aí que lembrou de Anderson. "Eu
tinha visto sua sensacional entrada tipo 'Michael Jackson' numa luta algum
tempo atrás. Fiquei fascinada pelo fato dele ser 'The Champion' e ter dança nos
pés e os contrastes que isso sugere: força e delicadeza, peso e leveza",
explicou. E ficou bem legal! Clique aqui para acessar à cifra da música.
Franz Peter Schubert nasceu em 31 de Janeiro de 1797 e faleceu em 19 de novembro de 1828. Foi um compositor austríaco praticamente do fim do período clássico.
O cara não era fraco não! Escreveu cerca de 600 canções em alemão e outros inúmeras operas e sinfonias. Infelizmente nosso amigo aqui, assim como milhões de músicos, não obteve muita notoriedade na época e tinha que dar um duro danado para sobreviver. Schubert sempre dificuldades de assegurar um emprego fixo, contando as vezes com a ajuda de amigos e a escola de seu Pai. Parece um pouco com as centenas de histórias que escutamos de músicos, principalmente violonistas não? Ele considerava o violão um ótimo instrumento, pois apesar de ser pianista, reza a lenda que ele dizia que não poderia levar o piano nas costas para as tabernas, onde afogaria suas magoas. Morreu aos 31 anos sem quaisquer recursos financeiros. Hoje porém, como sempre, é considerado por muitos como um compositor brilhante. Clique aqui no player para uma "palhinha" de sua obra para violão e vocal.